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25 de fevereiro de 2026

Dor que Mora em Mim, ou a Razão do meu viver.



A dor que dói em mim, dói só em mim,
eco solitário no peito vazio.
O mundo é pedra bruta, sem compaixão,
cruel labirinto de espinhos e vazio.

Não culpo o céu nem a terra impiedosa,
nasci entre sombras, forjada no pranto.
Sofrer é meu fado, minha sina oculta,
raiz profunda que o tempo não arranca.

Ó Deus, se és bom e justo como dizem,
por que permites o rio de lágrimas?
Pessoas caem, como folhas no outono,
e eu fico só, com feridas sem fim.

Traumas que pesam, limitações frias,
tristezas que mordem, angústias sem voz.
Decepções tecem minha rede de espinhos,
vivo e sobrevivo, sem paz, sem luz.

Quem me livrará deste abismo sem fundo?
Não peço piedade, só força pra erguer.
Na dor inerente, busco um sussurro,
de sentido oculto no meu padecer.




4 de novembro de 2025

O Prazer do Proibido, ou o Submundo da personalidade humana.



Em sombras quietas brilha a tentação,
O que o certo manda evita o ser,
Mas o fruto escondido é sedução,
Que difícil é o homem deter.


Da ordem feita cresce a inquietude,
No não permitido nasce o desejo,
Que quebra a lei, a ética e a virtude,
E fere a confiança com seu ensejo.


Pois no proibido habita o anseio,
De sentir o risco, o fogo, a ardência,
Mesmo que ao fim reste só o vazio.


É prazer fugaz que traz receio,
Que destrói o laço e a consciência,
E cobra caro o custo do desafio.



Todos os textos são autoria de Giliardi Rodrigues. Proibida a reprodução de qualquer texto sem prévia autorização do autor.

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