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15 de janeiro de 2026

Presente supremo

             



          Esqueço nomes assim como esqueço rostos, minha sina é o desapego total. Pessoas vêm e vão - eu continuo e apenas continuo com meus pensamentos e minha forma original de ser. 

Sou um mero esquecedor e ignorador de opiniões alheias. Por mim, formalidades se afundam no abismo do esquecimento. Não me importo se nasceu ou se morreu. Se casou e se divorciou. Se gosta ou ignora. Se é importante ou não - Apenas observo e extraio o momento. 

Importo-me apenas com o prazer, com o instante, com o presente, com a dádiva de degustar, de experimentar e viver. Felicidade, esperança, fé e ideologias são apenas fábulas que se evaporam no tempo. 

Do passado não me lembro mais!

No futuro não estou lá ainda e não sei se vou chegar.  

Como agente trivial, sazonal e temporal; A mim vale apenas o presente que me é supremo.





Todos os textos são autoria de Giliardi Rodrigues. Proibida a reprodução de qualquer texto sem prévia autorização do autor.

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