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25 de fevereiro de 2026

O amor egoísta de um segredo que afogou na própria realidade.



No mais profundo do meu ser onde reside os segredos

Afogo-me no tempo e deleito-me em espanto.

A inteligência me dilacera expondo toda ilusão,

Recaio na realidade, na verdade nua e crua.

 

Meu olhar se perde nas estrelas caídas,

Meu mundo é uma perda não dita.

Maturidade é o sofrimento como um vinho envelhecido,

O sabor é bom, mas é melhor esquecer.

 

Que mistério é o homem que sabe demais?

Guarda enigmas em sorrisos de esfinge,

pensa em eternidades que o pulso nega,

deseja o invisível e ama o efêmero sem posse.

 

No espelho da mente reflexos se dobram,

inteligente predador de suas próprias armadilhas.

Atraente como abismo chamando o vazio,

profundo, denso, eterno em um sopro fugaz.




Todos os textos são autoria de Giliardi Rodrigues. Proibida a reprodução de qualquer texto sem prévia autorização do autor.

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